|
|
|
Domingo, 05/02/2012 04:20:33
|
|
 |
|
|
|
|
|
|
Seguindo a rota do Sado
|
|
A sul do Distrito de Setúbal, existe um rio, esgueiriço e peculiar, que estende os seus braços por uma paisagem dissemelhante e de invulgar beleza. Navegando pelo Sado, vislumbramos as grandes herdades associadas à exploração agrícola e florestal, encontramos pescadores em embarcações toscas ou na apanha de moluscos e crustáceos, distinguimos o branco do sal nas margens ou áreas de ocupação urbana (recente e ancestral). Mas, em especial, ficamos absorvidos pela diversidade natural das dunas litorais, dos sapais, das lagoas ou dos caniçais… A nossa viagem começa na cidade de Setúbal e, contra a corrente, de jusante para montante, iremos percorrer o caminho dos galeões do sal, passando pelos concelhos de Palmela e Grândola, rumo a Alcácer do Sal.
»
|
|
|
Os municípios da margem esquerda do Tejo
|
|
O Distrito de Setúbal é enquadrado por dois grandes rios: o Tejo a Norte; o Sado a Sul. Para além disso, a Este, é delimitado em toda a sua extensão pelo Oceano Atlântico. Esta enunciação é o ponto de partida que nos levará numa viagem (dividida em três partes) pelo Distrito de Setúbal. Uma região indissociável do elemento água que, ao longo dos tempos, foi transformando a paisagem, e tem sido factor determinante para o enraizamento das populações, determinando modos de vida e formas de subsistência. A nossa primeira jornada leva-nos a navegar pelo rio Tejo, numa visita aos municípios de Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete.
»
|
|
|
Os municípios banhados pelo Oceano Atlântico
|
|
|
|
|
|
|
|


|
|